Em vídeo publicado em seu canal oficial, o deputado federal Nikolas Ferreira aborda a realidade da Ilha de Marajó e o silêncio seletivo que envolve as denúncias de abuso sexual infantil. Com mais de 1 milhão de visualizações, a transmissão desmonta a narrativa de artistas e políticos que ridicularizaram alertas do governo anterior, enquanto hoje calam diante de crimes similares.
A denúncia que foi ridicularizada
Damares Alves, ministra dos Direitos Humanos no governo Bolsonaro, lançou em 2020 o programa Abrace o Marajó com o objetivo de combater o abuso sexual na região. Em 2022, ela fez um vídeo relatando os casos que havia recebido enquanto estava no ministério, revelando a gravidade do tráfico infantil na Marajó. O que aconteceu em seguida foi a perseguição sistemática contra Damares.
“Nós temos imagens de crianças nossas brasileiras com 4 anos, 3 anos, que quando cruzam as fronteiras, sequestradas, os seus dentinhos são arrancados para elas não morderem na hora do sexo oral. Bolsonaro disse nós vamos atrás de todas elas e o inferno se levantou contra esse homem.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento oficial sobre a realidade de Marajó.
Xuxa Meneguel, figuras como Marcelo TS e Patrícia Pilar pediram a cassação de Damares antes mesmo de sua posse, ridicularizando publicamente a denúncia de abuso infantil. A imprensa e a esquerda reagiram com deboche à fala de Damares, tratando como performance teatral o relato de crimes sexuais contra crianças. Nikolas Ferreira afirma que essa reação revela a verdadeira natureza do debate público no Brasil.
O silêncio seletivo da esquerda
A indignação com causas sociais, segundo o deputado, é altamente seletiva entre artistas e políticos de esquerda. Enquanto Damares denunciava a Marajó, essas mesmas figuras permaneciam em completo silêncio. Hoje, com Lula no poder, a Terra Yanomami registrou 363 mortos em 2023 contra 343 em 2022, e a Amazônia teve a pior queima em 15 anos. Os artistas que fizeram campanhas massivas no governo anterior estão agora calados.
“Onde estavam essas pessoas aqui quando a Damares simplesmente estava denunciando o que acontecia na Ilha de Marajó? Elas basicamente estavam em completo silêncio. Por quê? Porque a gente só pode apoiar uma causa se tiver do nosso lado.” Nikolas Ferreira, analisando a hipocrisia política.
Nikolas afirma que Xuxa Meneguel, que pediu cassação de Damares, não apoiou a ministra quando ela fazia a denúncia e hoje permanece silenciosa diante de crises humanitárias no governo atual. Essa é, para o deputado, prova de indignação baseada em pertencimento partidário, não em princípios genuínos.
A gravidade real do tráfico na Marajó
A realidade é muito mais séria do que o público conhece. Em 2006, o arcebispo Dom José Luiz fez uma denúncia à Comissão de Direitos Humanos sobre abuso sexual infantil na Marajó. Um servidor foi designado para coletar provas e registrou depoimentos de vítimas, incluindo o relato de uma criança de 13 anos que foi trancada em um quarto por um vereador e forçada a manter relação sexual.
Esse vereador, Roberto Alando de Souza Costa, é filiado ao Partido dos Trabalhadores. Nikolas esclarece que não está afirmando que “tudo de ruim é da esquerda”, mas sim que é “impressionante como a esquerda não consegue se opor ao mal se isso não lhes convém”. Exemplos incluem a ditadura de Maduro, o terrorismo de Hamas e a perseguição aos homossexuais por Che Guevara.
O servidor que investigava esses crimes sofreu um acidente de carro em 2007 e morreu enquanto apurava as denúncias. Nikolas afirma que quem se coloca contra o tráfico de crianças pode pagar com a própria vida.
Quem está realmente combatendo o mal
Lula, ao assumir o poder, revogou o programa Abrace Marajó e criou em seu lugar o programa Cidadania Marajó. Nikolas fez um requerimento ao Ministério de Direitos Humanos para saber se esse novo programa está sendo efetivo. A realidade da Marajó permanece marcada por prostituição infantil, abuso sexual, famílias desestruturadas e ciclos de violência que se perpetuam de geração em geração.
Diante dessa gravidade, o que importa não é político ou ideológico, mas humano e moral. Organizações como o Instituto Akashi trabalham no combate a esse mal e aceitam doações para ampliar o trabalho. Nikolas enfatiza que o dever é moral, não partidário.
Principais pontos destacados
- Damares Alves denunciava o abuso infantil na Marajó desde 2020 via programa Abrace Marajó;
- Artistas e políticos de esquerda ridicularizaram e pediram cassação de Damares na época;
- Esses mesmos artistas mantêm silêncio diante de crises humanitárias no governo atual;
- O tráfico sexual na Marajó é tão grave que investigadores já pagaram com suas vidas;
- A solução exige união além de direita e esquerda, focada em princípios humanos.
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FAQ: Perguntas Frequentes
1. Por que Damares foi ridicularizada quando denunciava a Marajó?
Porque sua denúncia acontecia em governo de direita. Artistas e políticos de esquerda fizeram deboche e pediram cassação, demonstrando indignação seletiva com causas sociais. Quando a mesma gravidade acontece sob Lula, esses mesmos atores mantêm silêncio.
2. Qual foi o programa Abrace Marajó?
Iniciativa do governo Bolsonaro, lançada em 2020 pela ministra Damares Alves com o objetivo de combater o abuso sexual infantil na Ilha de Marajó. O programa documentava casos e buscava proteger crianças em situação de risco.
3. O que Nikolas diz sobre o programa Cidadania Marajó?
Após revogar o Abrace Marajó, Lula criou o programa Cidadania Marajó. Nikolas fez requerimento ao Ministério de Direitos Humanos para avaliar a efetividade do novo programa, questionando se de fato está sendo efetivo no combate ao abuso.
4. Quem era Roberto Alando de Souza Costa?
Um vereador filiado ao Partido dos Trabalhadores acusado de abuso sexual contra uma criança de 13 anos em 2006. Seu caso foi investigado pela Comissão de Direitos Humanos após denúncia do arcebispo Dom José Luiz.
5. O que aconteceu com o servidor que investigava os crimes na Marajó?
Um servidor designado para coletar provas sobre abuso sexual infantil na Marajó sofreu um acidente de carro em 2007 enquanto investigava esses crimes e morreu. Nikolas enfatiza que defender crianças contra tráfico pode custar a própria vida.
6. Qual a posição de Nikolas sobre causas sociais e ideologia?
O deputado afirma que o dever de combater o mal é moral, não político. Critica a indignação seletiva que depende de “qual time está no poder”, defendendo que direitos humanos devem estar acima de partidarismo.
7. Como as pessoas podem ajudar no combate ao abuso infantil?
Nikolas cita o Instituto Akashi como exemplo de organização que trabalha para proteger crianças na Marajó e aceita doações. Ele afirma que cada contribuição, mesmo pequena, faz diferença, citando Mother Teresa de Calcutá.
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Nikolas é atualmente Deputado Federal pelo estado de Minas Gerais sendo, em 2022, eleito o deputado mais votado do país e o mais votado da história de Minas Gerais, com 1,49 milhão de votos e apenas 26 anos. Hoje, na Câmara e nas redes sociais, luta pela Verdade, pela Família e pelo Brasil.
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