Nikolas Ferreira - Deputado Federal
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DENÚNCIA

Nikolas responde Janja sobre misoginia

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Nikolas Ferreira
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Você conhece Nikolas Ferreira, deputado federal mais votado da história de Minas Gerais. Neste vídeo, Nikolas responde diretamente à tentativa de Janja enquadrar qualquer crítica a seus gastos públicos como misoginia. O pano de fundo é um projeto de lei que quer criminalizar expressões consideradas sexistas, mas o que Nikolas denuncia é a manipulação de um conceito legítimo para calar a liberdade de expressão sobre desperdício de dinheiro público.

Janja e a palavra “gastadeira”: o ataque à liberdade

Janja disse que o apelido “gastadeira” é misoginia. Nikolas questiona essa equiparação e revela o real objetivo da narrativa: impedir que o povo questione os gastos enormes da primeira-dama sem cargo oficial.

“A Janja agora disse que o apelido gastadeira para ela é misoginia. Ou seja, se você trabalhador brasileiro que acorda cedo, dorme tarde, se sente desrespeitado por alguém que não tem cargo público, mas usa da estrutura pública para poder ter até um gabinete paralelo que já custou 1,2 milhões do seu dinheiro e você quer criticá-la por ficar gastando dinheiro das pessoas aí em viagens internacionais de luxo, aí você é misógeno.” Nikolas Ferreira, em discurso no plenário.

A estrutura da argumentação de Nikolas é clara: a esquerda tenta transformar crítica legítima a gastos públicos em discurso de ódio contra mulheres. E mais, Janja passou mais tempo fora do Brasil do que o próprio presidente. Essa é a realidade que o projeto quer calar.

Sete bilhões em viagens internacionais: onde está a revolta?

Enquanto famílias brasileiras pagam gasolina mais cara e enfrentam inflação alimentar, o governo Lula gastou 7 bilhões em viagens internacionais. Sete bilhões. Nikolas questiona por que essa enormidade não é a prioridade.

“Um governo que já gastou em viagens internacionais 7 bilhões. Você tem ideia do que que são 7 bilhões? O que que dava, hein, para construir com 7 bilhões? Quantas escolas não dava para construir? Quantas rodovias dava para poder estruturar? Quantos hospitais dava para poder reformar? Quantas coisas dá para fazer com esse dinheiro?” Nikolas Ferreira, durante o discurso de denúncia.

O dinheiro existe, falta caráter na administração. Mas ao invés de discutir orçamento e responsabilidade fiscal, a esquerda muda a narrativa para “misoginia”, criminalizando quem questiona.

A hipocrisia da esquerda sobre direitos da mulher

Nikolas expõe a inconsistência brutal: quando um ministro do governo Lula assedia outra ministra, o silêncio é total. Ninguém fala. Quando a pauta é controlar a fala sobre a primeira-dama, aí sim a esquerda se mobiliza.

“Quando Silvio, ministro dos direitos humanos do governo Lula, assediou outra ministra do governo Lula, tá igual esse plenário aqui, ó, silêncio total. Ninguém falou mais nada, né? Não vi nota de repúdio, não vi artistas revoltadas, não vi discursos inflamados ali na tribuna dizendo isso. É um caso de misogenia, um ataque à mulher.” Nikolas Ferreira, apontando a seletividade da esquerda.

Recentemente, uma mulher de periferia recusou-se a ficar com um bandido e teve sua cabeça raspada. Nenhuma nota de repúdio das celebridades de esquerda. Mas chamar alguém de “Betinha” agora é crime?

Criminalizar piada enquanto crimes reais crescem

O projeto quer criminalizar piadas, enquanto a esquerda votou contra aumento de pena para crimes hediondos como estupro e pedofilia. Nikolas questiona as prioridades reais do Congresso.

“Chamar o outro de Betinha é mais perigoso de levar pra cadeia do que um ministro que assediou ali uma outra ministra, né? Essa mesma galerinha aqui, PT e Pessoal, sabe o que que eles votaram contra? O aumento de pena para crimes ediondos. Sabe o que que são crimes ediondos? Pedofilia, estupro, né?” Nikolas Ferreira, durante a sessão plenária.

Feminicídio bateu recorde neste governo e nada é apresentado como solução. Mas uma piada entre crianças agora merece cadeia. Isso é prioridade real ou manipulação narrativa?

O projeto é controle, não proteção

Nikolas deixa claro o verdadeiro objetivo do projeto: controlar o que as pessoas falam antes das eleições. Se aprovado, qualquer crítica ao governo pode ser enquadrada como misoginia.

“A mesma esquerda tá querendo criminalizar, né, piada, criminalizar que você critique alguém que tá torrando o seu dinheiro. Eles são contrários à redução da maioridade penal. Então, claro que não. No fim das contas, tudo deságua para uma mesma coisa, né? Eles querem controlar o que você vai fazer e o que você não vai fazer, que você vai falar e o que você não vai falar.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento oficial.

Sete bilhões em viagens, um gabinete paralelo de Janja que custou 1,2 milhão, e a prioridade é impedir que você critique. Isso é o Brasil que a esquerda está construindo.

Principais pontos destacados

  • Janja equipara críticas a seus gastos com misoginia para calar questionamentos legítimos
  • Governo Lula gastou 7 bilhões em viagens internacionais enquanto brasileiros sofrem com inflação
  • Esquerda silencia quando ministro assedia ministra, mas criminaliza piadas entre crianças
  • Projeto de lei que quer criminalizar misoginia votou contra aumento de pena para estupro e pedofilia
  • Nikolas afirma que o projeto é instrumento de controle da fala antes das eleições
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FAQ: Perguntas Frequentes

1. Chamar Janja de “gastadeira” é realmente misoginia?

Não. Misoginia é preconceito contra mulheres baseado no gênero. Criticar alguém pelos gastos públicos é exercício legítimo de fiscalização, independentemente do gênero da pessoa. Equiparar crítica a desperdício com discriminação de gênero é manipulação narrativa.

2. Quanto exatamente foi gasto em viagens internacionais?

De acordo com Nikolas, o governo Lula gastou 7 bilhões em viagens internacionais. Esse valor, se aplicado em infraestrutura, saúde e educação, mudaria a realidade de milhões de brasileiros.

3. Por que o projeto de lei sobre misoginia é problemático?

Segundo Nikolas, o projeto busca criminalizar expressões e piadas, enquanto ignora crimes reais contra mulheres como estupro, pedofilia e feminicídio. Além disso, pode ser usado como ferramenta de censura política antes das eleições.

4. Qual foi a atitude da esquerda quando um ministro assediou uma ministra?

Silêncio completo. Nikolas afirma que não houve notas de repúdio, nem manifestações de artistas ou discursos inflamados na tribuna. A falta de resposta mostra a seletividade do discurso de defesa das mulheres.

5. O projeto de misoginia aumentou pena para crimes hediondos?

Não. A esquerda votou contra aumento de pena para crimes como estupro e pedofilia. Isso revela que o foco não é proteger mulheres de crimes reais, mas controlar a narrativa.

6. Janja passou mais tempo fora do Brasil do que Lula?

Sim. De acordo com Nikolas, Janja passou mais tempo em viagens internacionais do que o próprio presidente. Essas viagens foram financiadas com dinheiro público e muitas tiveram sigilo imposto pelo Palácio.

7. Por que Nikolas diz que o projeto é sobre controle?

Nikolas argumenta que o projeto visa controlar o que as pessoas podem falar e criticar antes das eleições. Se qualquer crítica ao governo puder ser enquadrada como misoginia, a liberdade de expressão fica comprometida.

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Nikolas é atualmente Deputado Federal pelo estado de Minas Gerais sendo, em 2022, eleito o deputado mais votado do país e o mais votado da história de Minas Gerais, com 1,49 milhão de votos e apenas 26 anos. Hoje, na Câmara e nas redes sociais, luta pela Verdade, pela Família e pelo Brasil.

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Nikolas Ferreira
O Autor

Nikolas Ferreira

Deputado Federal por Minas Gerais, PL

Colunista da Gazeta do Povo

Deputado Federal mais votado de todo o Brasil em 2022 e o mais votado da história de Minas Gerais. Mineiro de Belo Horizonte, cristão e conservador, tem sua atuação pautada pela defesa da família, da liberdade e do livre mercado. Formado em Direito pela PUC Minas, atua na Comissão de Constituição e Justiça e presidiu a Comissão de Educação da Câmara. É colunista do jornal Gazeta do Povo.