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Derrubamos um empréstimo bilionário: a verdade

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Nikolas Ferreira
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Nikolas Ferreira explica em pronunciamento oficial por que votou contra o empréstimo de um bilhão de reais solicitado pela prefeitura de Belo Horizonte. O recurso seria destinado à linha Izidora, que sofre com enchentes frequentes. Mas Nikolas aponta um padrão preocupante: recursos anteriores destinados ao mesmo fim desapareceram, e as enchentes continuam ocorrendo.

O empréstimo de um bilhão: destino incerto

Nikolas começa lembrando que em 2019, a lei municipal 11202 já havia destinado 85 milhões de reais para macrodrenagem em córregos do município. Mas quando o representante da prefeitura traz um novo pedido de um bilhão, a pergunta é simples e direta: por que pedir mais dinheiro se o dinheiro anterior não cumpriu seu objetivo?

“O cara quebra cidade inteira e depois ele pede um empréstimo para poder destinar a algo que já ouvi destinação anterior, porque em 2019 a lei municipal 11202 destinou um empréstimo de 85 milhões de reais para macrodrenagem em Córregos do município.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento na Câmara Municipal de Belo Horizonte.

A lógica é clara: dar mais dinheiro para quem não sabe usar o que já recebeu não é solução, é negligência. Nikolas aponta que essa é uma prática recorrente do gestor, que pede empréstimo após empréstimo sem prestar contas sobre os anteriores.

Choveu? Não, o esperado não foi construído

A prefeitura justifica as enchentes frequentes com um argumento que virou clichê: “choveu mais do que o esperado”. Nikolas desmonta esse discurso com lógica simples.

“Por que que não constrói mais do que o esperado? Desde 2017 Kalil tá falando que vai resolver o problema de Vilarinho e outros Córregos, menos em janeiro e Janeiro já tá em casa caindo gente morrendo.” Nikolas Ferreira, durante o pronunciamento.

Se choveu mais, deveria ter sido construído mais. O problema não é a chuva acidental, é o planejamento irresponsável. Nikolas aponta que desde 2017 o prefeito promete solucionar o problema, mas as enchentes continuam matando, inundando casas e destruindo vidas.

Quatro anos de promessas, zero resultados

A falta de ação é absoluta. Nikolas apresenta um dado que constrói a narrativa de incompetência: além da lei de 2019 com 85 milhões para macrodrenagem, a gestão Kalil aprovou 18 créditos suplementares apenas em 2021, totalizando mais de 200 milhões de reais. Tudo isso, e as enchentes continuam. O que foi feito?

“Desde o começo da gestão do Khalil com elação enchentes e tudo mais um grande total de nada. Então seria uma responsabilidade enorme dar a possibilidade para o caril de ter um bilhão de reais para poder continuar fazendo aquilo que ele faz.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento.

A conclusão é inevitável: dar mais um bilhão a quem já recebeu centenas de milhões e não entregou nada seria irresponsabilidade total com o dinheiro de quem paga imposto. Seria permitir que o padrão de fracasso continuasse.

O argumento da economia e a verdade

Kalil alega que a prefeitura não tem dinheiro e que, por isso, precisa de um empréstimo. Mas Nikolas apontou um fato simples: a própria prefeitura se vangloria de fazer economia e ter caixa.

“A mesma prefeitura né que fala que tem dinheiro, que o iCarly uso dinheiro, você tem aí, porque você não usa o dinheiro que você tem? Por que você não pega a economia né que foi feita para esse para essa para essa questão aí, porque que você não faz isso, porque o que você queria de Fato né era ter uma grana absurdo.” Nikolas Ferreira, desmascarando a narrativa.

O verdadeiro objetivo do empréstimo, segundo Nikolas, não é resolver enchentes. É ter uma grande quantia de dinheiro para usar em outras prioridades políticas. Isso é diferente de gerir com responsabilidade, é explorar a urgência de um problema público para obter recursos que podem ser desviados.

Democracia versus vontade pessoal

Nikolas conclui seu argumento tocando numa questão maior: a democracia. Kalil está na prefeitura, mas a cidade não é sua propriedade. Existe uma Câmara Municipal que representa o povo e tem o dever de fiscalizar.

“A câmara, que se é sempre a gente voltar a cor da prefeitura, quer dizer que a ser antidemocrático. Que é simplesmente é essa é contrário Belo Horizonte. Então fica fácil fecha a câmera e você realmente governo só diz respeito a decreto. Mas a gente tem câmera.” Nikolas Ferreira, defendendo a função democrática da Câmara.

Votação contra o empréstimo não é ideologia. É responsabilidade de quem representa o povo. É dizer não ao discurso de que qualquer gestor pode pedir qualquer dinheiro sem prestar contas e sem demonstrar competência.

Principais pontos

  • Em 2019, a prefeitura já havia recebido 85 milhões para macrodrenagem, que não resolvem o problema;
  • Em 2021, foram aprovados 18 créditos suplementares, totalizando mais de 200 milhões, com zero resultados nas enchentes;
  • A justificativa de “choveu mais do que o esperado” desconsidera que gestão responsável constrói mais do que o previsto;
  • A prefeitura alega falta de dinheiro, mas se vangloria de ter economia e caixa disponível;
  • Dar um bilhão a quem não prestou contas dos recursos anteriores é irresponsabilidade com o dinheiro público;
  • A Câmara Municipal tem dever democrático de fiscalizar e não pode ser uma instituição apenas para homologar vontades do Executivo;
  • Votar contra não é ideologia, é responsabilidade com os trabalhadores que sustentam a cidade com seus impostos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Por que Nikolas votou contra o empréstimo?

Porque a prefeitura já havia recebido centenas de milhões de reais em empréstimos e créditos anteriores para resolver o mesmo problema das enchentes, sem entregar resultados. Dar mais um bilhão a quem não prestou contas dos recursos anteriores seria irresponsabilidade fiscal.

O que foi feito com os 85 milhões de 2019?

Segundo Nikolas, a lei municipal 11202 de 2019 destinou 85 milhões para macrodrenagem em córregos da cidade, mas o dinheiro não resolveu o problema das enchentes que continuam acontecendo todos os anos.

Qual é a verdadeira intenção do empréstimo?

Nikolas aponta que a prefeitura alega não ter dinheiro, mas se vangloria de ter economia e caixa disponível. Ele sugere que o verdadeiro objetivo é obter uma grande quantia de dinheiro que pode ser usada para outras prioridades políticas, não necessariamente para resolver as enchentes.

Como se justificam as enchentes recorrentes?

A prefeitura alega que “choveu mais do que o esperado”. Nikolas rebate dizendo que gestão responsável não deveria apenas construir o que é esperado, mas construir mais do que o esperado para estar preparada para situações acima da média.

Qual é o papel da Câmara Municipal neste contexto?

A Câmara Municipal é o ente democrático responsável por fiscalizar o Executivo e representar o povo. Não pode ser uma instituição que apenas homologa vontades do prefeito sem avaliar responsabilidade fiscal e competência administrativa.

Quantos recursos foram desperdiçados pela prefeitura?

Em 2021 apenas, foram aprovados 18 créditos suplementares, totalizando mais de 200 milhões de reais. Somando aos 85 milhões de 2019 e outros recursos anteriores, são centenas de milhões recebidos com pouquíssimos resultados.

Votação contra o empréstimo é ideologia?

Não. Segundo Nikolas, é responsabilidade de quem representa o povo. É dizer não ao padrão de gestor que pede dinheiro sem prestar contas e sem demonstrar competência. A posição não é ideológica, é fiscal.

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FAQ: Perguntas Frequentes

Sobre o que trata o artigo “Derrubamos um empréstimo bilionário: a verdade”?

Nikolas explica por que votou contra o empréstimo de um bilhão para a Izidora e revela o histórico de fracasso da prefeitura com recursos públicos.

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Nikolas é atualmente Deputado Federal pelo estado de Minas Gerais sendo, em 2022, eleito o deputado mais votado do país e o mais votado da história de Minas Gerais, com 1,49 milhão de votos e apenas 26 anos. Hoje, na Câmara e nas redes sociais, luta pela Verdade, pela Família e pelo Brasil.

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Nikolas Ferreira
O Autor

Nikolas Ferreira

Deputado Federal por Minas Gerais, PL

Colunista da Gazeta do Povo

Deputado Federal mais votado de todo o Brasil em 2022 e o mais votado da história de Minas Gerais. Mineiro de Belo Horizonte, cristão e conservador, tem sua atuação pautada pela defesa da família, da liberdade e do livre mercado. Formado em Direito pela PUC Minas, atua na Comissão de Constituição e Justiça e presidiu a Comissão de Educação da Câmara. É colunista do jornal Gazeta do Povo.