Confira neste vídeo o depoimento de Nikolas Ferreira, deputado federal mais votado de Minas Gerais, em coletiva de imprensa ao lado de parlamentares da oposição. O tema é grave: imunidade constitucional sob ameaça, inquéritos sigilosos e a expansão ilimitada do poder judiciário sobre o Congresso Nacional.
A imunidade parlamentar está sendo destruída
A Constituição Federal garante aos deputados e senadores a imunidade parlamentar no artigo 53. Mas desde o fim das eleições presidenciais, essa proteção tem sido sistematicamente violada. Enquanto o ex-líder da oposição sofre busca e apreensão em casa por uma foto adulterada, deputados não conseguem nem acessar seus próprios processos.
“Nós parlamentares somos assegurados pela Constituição Federal pela nossa imunidade parlamentar no artigo 53 e nós temos o ex-líder da oposição tendo busca e apreensão na sua casa por uma foto adulterada.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento oficial no Congresso.
A censura não para na imunidade parlamentar. Redes sociais de deputados foram bloqueadas logo após as eleições presidenciais. Mas, como aponta Nikolas, a mira nos parlamentares é só o começo. O alvo verdadeiro é você.
“A mira está em nós mas o alvo é são vocês.” Nikolas Ferreira, em denúncia direta ao povo.
Inquéritos sigilosos e a ditadura da caneta
Tempos atrás, as buscas e apreensões eram feitas pela Polícia Federal contra corrupto, contra gente que desviava dinheiro da Petrobras e de estatais. Hoje, o sistema usa a mesma ferramenta contra quem pensa diferente.
O inquérito de Moraes não investiga crime; funciona como instrumento de silenciamento. Processos são colocados em sigilo para pressionar e amedrontar. Mas há uma contradição gritante: mantêm-se o sigilo, mas comentam os autos da investigação em rede televisão nacional.
“Eles colocam o processo em sigilo. Mas eles comentam os autos do processo em rede televisão nacional. Essa é a grande incongruência. Para que colocar em sigilo? Então abre-se os processos para que todos, afinal de contas, os comentem. Porque se nós não podemos ter acesso, eles também não deveriam ter.” Nikolas Ferreira, sobre a hipocrisia dos inquéritos.
Moraes: investigador, julgador e vítima ao mesmo tempo
Alexandre de Moraes concentra poderes que desafiam a separação de poderes. Ele não investiga, não processa e nem julga: ele é os três ao mesmo tempo. Isso é inaceitável em qualquer regime que se chame democrático.
“Alexandre de Moraes ele se tornou o investigador o julgador e a vítima ao mesmo tempo no processo. Isso é inaceitável.” Nikolas Ferreira, sobre a concentração de poder.
A comparação é simples: Nicolás Maduro, Vladimir Putin, qualquer ditador que você conhece, todos fazem a mesma coisa. Mas aqui há cúmplices, e muitos deles na imprensa. Mídias e jornais estão em conluio com o que está acontecendo, permitindo que uma única caneta controle a opinião de milhões.
A desproporcionalidade das punições revela o padrão
Enquanto pessoas são condenadas a 16 anos de forma desproporcional por fazerem baderna na Câmara, a esquerda foi absolvida pelas mesmas ações. Black blocks, que depredaram patrimônio público e privado, saíram ilesos. Coronel Naime e sua família pedem pix para se sustentar. Já André do R, chefão do tráfico organizado, sai solto com seus bens restituídos.
Esse é o nível de arbitrariedade que reina no Brasil hoje. O sistema escolhe quem punir e quem proteger. E isso não é acaso; é política deliberada.
A covardia do presidente do Congresso
Rodrigo Pacheco, presidente da Câmara, tem omissão, frouxidão e covardia diante dessa realidade. Como mineira e como brasileiro, Nikolas não tem medo de chamar isso pelo nome. Homens fracos em posições fortes construem tiranias.
Enquanto parlamentares sofrem revanchismo jurídico, famílias inteiras adoecem pela pressão da censura e da perseguição. E o presidente do Congresso fica quieto.
Principais pontos destacados
- Imunidade parlamentar do artigo 53 está sendo destruída com buscas e apreensões.
- Inquéritos sigilosos pressionam e amedrontam, mas são comentados em TV nacional.
- Alexandre de Moraes funciona como investigador, julgador e vítima simultaneamente.
- A desproporcionalidade é clara: políticos de oposição condenados a 16 anos, traficantes soltos.
- Mídias cúmplices reforçam a narrativa da perseguição política.
- Rodrigo Pacheco, presidente do Congresso, tem responsabilidade pela omissão.
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FAQ: Perguntas Frequentes
1. Por que a imunidade parlamentar é importante?
A imunidade parlamentar, prevista no artigo 53 da Constituição Federal, protege deputados e senadores para que possam exercer sua função sem medo de represálias políticas. Quando essa proteção desaparece, qualquer governo pode silenciar seus opositores no Congresso. E quando parlamentares são calados, o povo inteiro perde voz.
2. O que é um inquérito sigiloso e por que causa preocupação?
Um inquérito sigiloso mantém a investigação em segredo, dificultando que o acusado se defenda e que a sociedade acompanhe. O problema é quando esse sigilo é usado para pressionar e amedrontar enquanto, simultaneamente, os autos são vazados e comentados na televisão nacional, criando uma narrativa de perseguição sem chance de defesa.
3. Como uma pessoa pode ser investigador, julgador e vítima ao mesmo tempo?
Alexandre de Moraes controla a investigação (como delegado), define quem julgará (influência sobre o tribunal), e se coloca como vítima quando criticado. Isso elimina a independência dos poderes. Sem separação de poderes, há ditadura.
4. Por que há desproporcionalidade nas punições?
Pessoas de oposição recebem penas de 16 anos por baderna na Câmara, enquanto traficantes e criminosos organizam da soltos. Isso não é justiça, é perseguição política.
5. Qual é o papel da mídia nesse cenário?
Muitos veículos de comunicação atuam em conluio com a perseguição política, amplificando uma narrativa que favoreça apenas o lado do poder. Em vez de investigar o arbítrio, protegem quem o comete.
6. Por que o presidente do Congresso tem responsabilidade?
Rodrigo Pacheco é presidente da Câmara e tem o dever constitucional de proteger os direitos e a imunidade dos deputados. Sua omissão perante a violação dessas garantias facilita a ditadura institucional.
7. O que significa “a mira está em nós, mas o alvo é você”?
A perseguição aos parlamentares é apenas a ponta do iceberg. Se conseguirem silenciar os deputados, conseguem silenciar qualquer cidadão. Se você não pode falar contra o governo pela boca de um parlamentar, como conseguirá falar por si próprio?
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Nikolas é atualmente Deputado Federal pelo estado de Minas Gerais sendo, em 2022, eleito o deputado mais votado do país e o mais votado da história de Minas Gerais, com 1,49 milhão de votos e apenas 26 anos. Hoje, na Câmara e nas redes sociais, luta pela Verdade, pela Família e pelo Brasil.
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