Em audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, famílias que praticam educação domiciliar relataram perseguição judicial, multas de centenas de milhares de reais e ameaças de acolhimento de filhos. O deputado federal Nikolas Ferreira esteve presente para ouvir os relatos e reafirmar seu compromisso com a aprovação de lei que regulamente e proteja a educação em família.
Os depoimentos, transmitidos ao vivo no canal oficial de Nikolas Ferreira, revelam uma realidade até então ignorada pela opinião pública: brasileiros estão sendo criminalizados por exercer o que consideram seu direito natural de educar os filhos conforme seus valores e princípios.
O direito natural à educação familiar
Uma mãe, que compareceu à audiência com a filha pequena de mão, começou seu relato descrevendo a dificuldade de conciliar maternidade com perseguição judicial. Ela relatou ter recebido uma decisão que fixava multa diária em situação de extrema vulnerabilidade:
“No final de 2021, eu estava grávida daquela bebezinha que está sentada ali de vestidinho verde e eu tive uma ameaça de aborto, eu tive uma gravidez de risco. Depois eu passei por uma cesárea de emergência porque ela estava com arritmia cardíaca e ela nasceu. E quando finalmente a mãe dá aquela respirada ainda no puerpério, eu recebi uma decisão judicial fixando R$ 1.000 de multa diária pela educação do meu filho.” Nikolas Ferreira, durante audiência pública no Congresso Nacional.
A mãe denunciou que o judiciário ameaçou acolher seu filho em instituição mesmo sem nunca ter visto a criança ou visitado seu lar. A decisão desconsiderou completamente a qualidade da educação oferecida pela família.
O case de Ieda e Adalto: condenação sem crime
Ieda, mãe de duas filhas, apresentou números precisos de sua perseguição. A multa acumulada chegava a R$ 150 mil, valor que inviabiliza o planejamento financeiro familiar. Ela explicou o impacto emocional de ser criminalizada por escolha consciente de valores:
“Nós decidimos abraçar isso integralmente, então nós somos criminosos, nós somos processados, perseguidos, humilhados. E eu sei que essa pode parecer a minha história. É a minha história, mas é a história de outras centenas, centenas de famílias.” Nikolas Ferreira, em relato de mãe educadora.
Seu marido, Adalto José Denarde, apresentou um processo civil com mais de 5 mil páginas de documentação. Anexaram laudos de psicopedagoga, registros de aulas extras de inglês, participações em competições acadêmicas e comprovação de socialização. Sua filha de 15 anos foi a primeira em 28 anos de competição de Cumon em sua cidade a ganhar premiação, demonstrando qualidade da formação.
O absurdo da condenação judicial
Apesar de toda comprovação, Adalto e Ieda foram condenados por “abandono intelectual” e receberam sentença de 50 dias de prisão. O caso é emblemático: dois promotores afirmaram oralmente que não havia crime e recomendaram absolvição, mas dias depois uma sentença manteve a condenação.
“Pergunto a vocês, quem vai ficar com nossas filhas nós irmos para cadeia com 50 dias de prisão? É uma coisa inacreditável o que acontece nesse país, condenando pais que se dedicam, que se esforçam.” Nikolas Ferreira, em fala de pai no Congresso.
A inconsistência revela um sistema judicial que criminaliza pais por qualidade educacional superior e dedução familiar integral. Um conselheiro tutelar que conheceu a família declarou ao juiz que gostaria que todas as famílias fossem como a deles.
A contradição do Estado juiz
Muitas mães relataram a mesma contradição absurda: são consideradas incapazes de educar seus próprios filhos, mas aptas a ensinar 20 ou 30 crianças desconhecidas em escola pública. O Estado reconhece sua competência pedagógica para alunos de terceiros, mas nega para seus filhos biológicos.
Uma educadora gestante revelou que sua criança ainda não nascida “nasce com sentença de morte” educacional, pois em quatro anos será criminosa por educá-la em casa. A inversão de valores transformou o cumprimento do dever parental em perseguição.
A fuga do Brasil por liberdade educacional
O fenômeno mais preocupante relatado é a emigração. Famílias inteiras estão deixando o Brasil não por guerra, não por fome, mas porque educar em casa está se tornando crime. Centenas abandonaram profissões, patrimônio e raízes para viver em liberdade.
“E a saída de muitas delas tem sido fugir do país. Eu não consigo achar normal que para fazer aquilo que é um direito natural, que quando meu filho nasce, eu eu tenho esse direito, ele também tem o direito de ser educado por mim. Eu preciso fugir do meu país. Eu preciso deixar para trás a minha história, a minha família, os meus pais, os meus amigos, todos aqueles que nos circundam e fugir do país para poder educar um filho.” Nikolas Ferreira, relato de mãe perseguida.
O STF em 2018 indicou apenas que falta regulamentação, nunca disse que educação domiciliar é inconstitucional. Mas a ausência de lei tem sido usada como brecha para perseguição.
A urgência por aprovação de lei regulamentadora
Nikolas Ferreira finalizou o evento reafirmando seu compromisso de colher assinaturas para requerimento de urgência. Fez apelo específico à senadora Dorinha, relatora do projeto, para que pague a matéria e permita que o plenário vote:
“O único pedido que o STF fez em 2018 foi: ‘Não temos um regulamento’. Eles não disseram que não podia, eles não disseram que é inconstitucional. O STF só disse não temos um regulamento. E eu peço aqui a todos que acompanham esse plenário, que se dediquem e apoie a nossa causa, porque não podemos ser criminalizados por educarem nossos filhos.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento final.
Principais pontos destacados
- Centenas de famílias enfrentam processos judiciais por educação domiciliar.
- Multas mensais de R$ 1 mil chegam a acumular R$ 150 mil ou mais.
- Ameaças de acolhimento de crianças são usadas como coerção judicial.
- Famílias estão emigrando por falta de liberdade educacional garantida em lei.
- O STF reconheceu falta de regulamentação, não a inconstitucionalidade da prática.
- Competência pedagógica é reconhecida para escolas públicas, negada para próprios filhos.
- Vencerá quem não desiste, vencerá quem busca a aprovação dessa lei.
Apoie Esta Missão: Faça Sua Doação para a Campanha
A verdadeira transformação de Minas Gerais e do Brasil depende da coragem de quem defende a família, a fé e a liberdade com integridade, sem se curvar ao sistema.
O mandato e a caminhada pública de Nikolas Ferreira são sustentados pelo povo, de forma 100% limpa, transparente e independente. Não dependemos de conchavos políticos ou acordos de bastidores.
Cada contribuição fortalece a fiscalização rigorosa dos gastos públicos e a defesa intransigente dos nossos valores no Congresso Nacional. Faça sua doação eleitoral declarada via transferência bancária ou PIX:
68.464.792/0001-99
4282-X
44.052-3
FAQ: Perguntas Frequentes
1. O que é educação domiciliar e é legal no Brasil?
Educação domiciliar, ou homeschooling, é o ensino conduzido pelos pais ou responsáveis no próprio lar. No Brasil, não existe lei regulamentadora específica, o que tem gerado conflito jurídico. O STF indicou em 2018 que existe lacuna legal, não que a prática seja inconstitucional.
2. Quantas famílias estão sendo processadas por educação domiciliar?
Conforme os relatos na audiência pública, centenas de famílias enfrentam processos judiciais. Os casos incluem multas diárias que chegam a R$ 1 mil e acumulações superiores a R$ 150 mil.
3. Quais são as consequências legais para pais que educam em casa?
As consequências variam desde aplicação de multas diárias até ameaças de acolhimento de filhos em instituições públicas. Alguns casos resultaram em condenação por “abandono intelectual” com pena de prisão.
4. O Supremo Tribunal Federal já se pronunciou sobre educação domiciliar?
Sim, em 2018 o STF indicou que a matéria carece de regulamentação legislativa. Porém, essa lacuna tem sido usada como brecha para condenar práticas de educação familiar.
5. O que Nikolas Ferreira está fazendo para mudar essa situação?
Nikolas Ferreira compromete-se com a coleta de assinaturas para requerimento de urgência de projeto de lei que regulamente educação domiciliar. Também solicitou especificamente à senadora Dorinha que pague a matéria no plenário.
6. Como as famílias educadoras estão respondendo à perseguição judicial?
Muitas famílias estão deixando o Brasil. Outras relatam viver sob constante medo de processos e ameaças. Há demanda urgente por aprovação de lei que garanta segurança jurídica à prática educacional familiar.
7. Qual é a posição de Nikolas Ferreira sobre educação domiciliar?
Nikolas defende que pais têm direito natural de educar seus filhos conforme seus valores e princípios. Acredita que a liberdade educacional é fundamental para o Brasil e que a criminalizacao de famílias que educam é um absurdo que precisa ser corrigido.
Leia também
- Nikolas enquadra ministro da educação
- Corajoso pai denuncia doutrinação em sala de aula
- A verdade sobre os projetos dos celulares
Conheça um Pouco Mais Sobre Nikolas Ferreira
Conheça a trajetória de Nikolas Ferreira em Sobre mim, veja seus projetos em Meu Jabá, acompanhe os conteúdos da TV Nikolas e consulte a Agenda.
Acompanhe Nikolas Ferreira nos Canais Oficiais
Nikolas é atualmente Deputado Federal pelo estado de Minas Gerais sendo, em 2022, eleito o deputado mais votado do país e o mais votado da história de Minas Gerais, com 1,49 milhão de votos e apenas 26 anos. Hoje, na Câmara e nas redes sociais, luta pela Verdade, pela Família e pelo Brasil.
Dados Oficiais do Gabinete
Titular em exercício, 2023 a 2027
E aí, o que achou? Divulguem, a verdade tem que ser dita!
O debate apresentado em “Pais relatam perseguição por educarem filhos em casa” merece chegar a mais brasileiros. Compartilhe este vídeo e este artigo em suas redes sociais e ajude a divulgar essas informações.