Nikolas Ferreira - Deputado Federal
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A verdade sobre os projetos dos celulares na educação

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Nikolas Ferreira
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O deputado federal Nikolas Ferreira participou de sessão na Câmara dos Deputados onde esclareceu os verdadeiros objetivos do projeto que regulamenta o uso de celulares em sala de aula. Em sua fala, o deputado desmontou narrativas falsas que circulam sobre o projeto e destacou que jamais faria algo que prejudicasse os alunos, muito menos aqueles que sofrem ideologização em sala de aula, tal qual ele próprio sofreu durante sua trajetória educacional.

Sobre a doutrinação que enfrentou nas escolas

Nikolas relatou sua experiência como vítima de doutrinação durante a escola e faculdade, reforçando que seu compromisso com educação imparcial vem de vivência pessoal. Ele deixou claro que isso não o motivou a prejudicar ninguém, ao contrário.

“Eu fui uma das vítimas durante muito tempo de doutrinação dentro de sala de aula. Há claramente uma diferença de tratamento sobre quem pensa diferente, principalmente com o pensamento conservador dentro de sala de aula, seja na escola seja na faculdade.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento na Câmara dos Deputados.

O deputado enfatizou que, justamente por ter sofrido isso, ele jamais faria uma legislação que prejudicasse alunos ou tirasse a defesa contra a doutrinação.

O celular não é proibido nas escolas

Um dos principais pontos que Nikolas esclareceu é que o projeto não proíbe os alunos de levarem celular para a escola. Pelo contrário, o texto deixa claro que existem exceções e casos onde o celular é fundamental.

“Não é proibido levar o celular para a escola. Pelo contrário, muitos deputados, inclusive de esquerda, nos relataram a importância. Por exemplo, no Rio de Janeiro, que vive uma realidade extremamente difícil com relação à violência. O celular com GPS permite que o pai saiba se esse filho está ou não na escola.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento na Câmara dos Deputados.

Nikolas explicou que o projeto garante exceções em situações de estado de perigo, estado de necessidade ou caso de força maior, permitindo que o aluno use o celular quando sua segurança física ou psicológica estiver em risco.

Os dois problemas reais que o projeto enfrenta

Nikolas deixou claro que há dois problemas concretos que o projeto tenta resolver. O primeiro é a doutrinação ideológica em sala de aula. O segundo é um dado científico: a presença de celular prejudica a concentração e cognição do aluno.

“O celular dentro da sala de aula de fato retira o foco, atrapalha na cognição da criança. Isso não é meu ou de outro lado, é um dado científico.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento na Câmara dos Deputados.

Nikolas ressaltou que não é inocente e sabe que há tentativas de usar a proibição de celular como ferramenta para impedir defesas contra doutrinação, por isso o projeto mantém as exceções bem definidas.

As exceções e garantias de direitos fundamentais

O artigo 4º do projeto garante os direitos fundamentais do aluno, leia-se educação isenta, imparcial e de qualidade, sem nenhum tipo doutrinário. Nikolas enfatizou que em nenhum momento ele ou outros autores fugiram dos problemas reais.

“Em nenhum momento eu, Caroline Deton ou até mesmo o relator se escusou de ver reais problemas. Tem que ser muito desonesto intelectual para achar que não há doutrinação dentro das escolas. Isso acontece, tem tantos vídeos mostrando isso.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento na Câmara dos Deputados.

O deputado defendeu que o projeto oferece proteção real: pela primeira vez na história do país, há garantia de que se o aluno sofrer abuso psicológico, sexual ou de âmbito doutrinário, ele pode utilizar o celular para documentar e se defender.

Complexidade não é desculpa para negligência legislativa

Nikolas finalizou seu argumento reafirmando que, como legislador, não pode se eximir de lidar com temas complexos. Esse, inclusive, é o trabalho de um parlamentar.

“A gente não pode se eximir de lidar com temas complexos. Somos legisladores e eu não posso olhar para uma realidade que está acontecendo e simplesmente ignorar que isso está acontecendo.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento na Câmara dos Deputados.

Nikolas também parabenizou colegas de outras bancadas que, apesar de discordâncias, mantêm o respeito e a disposição para debater seriamente sem criminalizações.

Principais pontos apresentados

  • O projeto não proíbe celular nas escolas, garante exceções em situações de perigo e necessidade.
  • Há garantia legal de direitos fundamentais: educação isenta, imparcial e de qualidade.
  • A presença de celular prejudica a cognição do aluno, fato cientificamente comprovado.
  • Pela primeira vez, existe proteção real para alunos que sofrem abuso psicológico, sexual ou doutrinário.
  • O projeto é uma redução de danos em relação a propostas vindas do governo federal.
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FAQ: Perguntas Frequentes

O projeto proíbe os alunos de levarem celular para a escola?

Não. O projeto regula o uso em sala de aula, mas garante exceções em casos de estado de perigo, estado de necessidade ou força maior. Alunos podem levar e usar celular para segurança e defesa contra abuso psicológico ou sexual.

Quais são as exceções que permitem usar celular em sala de aula?

O projeto garante exceções em situações de estado de perigo, estado de necessidade ou caso de força maior, incluindo casos de abuso sexual, psicológico ou doutrinário que o aluno precise documentar.

O projeto garante direitos fundamentais do aluno?

Sim. O artigo 4º da subemenda do relator garante expressamente que todo aluno tem direito a educação isenta, imparcial e de qualidade, sem qualquer tipo doutrinário, em cumprimento ao Pacto de São José.

Qual é a preocupação científica com celulares em sala de aula?

Estudos mostram que a presença de celular durante aulas reduz o foco e prejudica a cognição da criança, impactando negativamente no aprendizado, independentemente de posição política.

O projeto foi feito para proibir celulares ou para proteger alunos?

O projeto é uma redução de danos. Busca equilibrar dois problemas reais: a doutrinação ideológica e o impacto negativo do celular na concentração, mantendo proteções contra abuso e garantindo segurança dos menores.

Como o projeto se diferencia de uma proposta vinda do governo federal?

Nikolas afirma que, se não fosse este projeto, viria uma proposta do governo federal muito mais restritiva e sem as emendas e proteções que o projeto atual garante aos alunos.

De que forma Nikolas argumenta sobre a doutrinação em sala de aula?

Nikolas fala a partir de sua própria vivência de vítima de doutrinação na escola e faculdade, relatando diferença de tratamento contra alunos com pensamento conservador, e reafirma sua responsabilidade como legislador de não ignorar essa realidade.

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Nikolas é atualmente Deputado Federal pelo estado de Minas Gerais sendo, em 2022, eleito o deputado mais votado do país e o mais votado da história de Minas Gerais, com 1,49 milhão de votos e apenas 26 anos. Hoje, na Câmara e nas redes sociais, luta pela Verdade, pela Família e pelo Brasil.

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Nikolas Ferreira
O Autor

Nikolas Ferreira

Deputado Federal por Minas Gerais, PL

Colunista da Gazeta do Povo

Deputado Federal mais votado de todo o Brasil em 2022 e o mais votado da história de Minas Gerais. Mineiro de Belo Horizonte, cristão e conservador, tem sua atuação pautada pela defesa da família, da liberdade e do livre mercado. Formado em Direito pela PUC Minas, atua na Comissão de Constituição e Justiça e presidiu a Comissão de Educação da Câmara. É colunista do jornal Gazeta do Povo.