Nikolas Ferreira expõe um plano de revisionismo histórico que avança nas escolas brasileiras. A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo implementou uma mudança silenciosa nos materiais didáticos: agora os livros devem usar “antes da era comum” (a.e.c.) e “era comum” (e.c.) no lugar de “antes de Cristo” (a.C.) e “depois de Cristo” (d.C.). O deputado federal identifica nesta decisão não uma preocupação pedagógica legítima, mas um ataque sistemático ao cristianismo e aos símbolos que marcaram a civilização ocidental.
Revisionismo histórico disfarçado de progresso
A mudança de nomenclatura parece pequena na superfície, mas representa um movimento muito maior: apagar as referências cristãs dos registros históricos. Nikolas aponta que essa não é uma decisão técnica ou neutra, mas uma escolha ideológica para remover Jesus Cristo dos materiais didáticos.
“Agora passa-se a ‘Era Comum’. A chamada ‘Era Comum’ com a meta para poder gravar é o estudante de história ter que ficar gravando a e.c. e assim pelo amor de Deus, a.C. e d.C. é muito mais fácil. Ou seja, além de complicar a vida do estudante, eles agora querem fazer um revisionismo histórico.” Nikolas Ferreira, em pronunciamento no YouTube.
O problema não é apenas pedagógico, aumentar a dificuldade para os alunos é apenas um efeito colateral. O objetivo real, segundo Nikolas, é retirar Jesus Cristo como referência histórica central e mostrar que existe uma agenda coordenada para deletar o cristianismo do registro público.
A história cristã que construiu a civilização ocidental
Nikolas questiona por que remover justamente as marcas do cristianismo quando a própria história do Ocidente foi construída sobre fundações cristãs. A Igreja Católica criou as primeiras universidades e estabeleceu os princípios da escolástica. Filósofos cristãos moldaram a economia, a filosofia moral e a arquitetura que ainda admiramos nos museus.
“Por que os caras criar a universidade sobre teus filósofos escolásticos que criaram o princípio sair da economia que ajudaram todo o acidente só porque todas as instruções aí de caridade de ajuda hospital asilo creche tudo isso é sustentado pela igreja?” Nikolas Ferreira, denunciando o apagamento cristão.
Antes de cristãos, havia escravismo, sacrifícios humanos e sociedades sem direitos. Foram as instituições cristãs que desenvolveram hospitais, asilos, creches e estabeleceram o conceito de caridade universal. Remover o cristianismo da história é negar as bases da própria civilização que críticos da religião herdaram e usufruem.
A dupla moral da secularização seletiva
O que choca Nikolas é a hipocrisia da operação: se a preocupação fosse neutralidade religiosa, o mesmo padrão deveria se aplicar a todos os símbolos com origem religiosa. Mas ele aponta que estados e cidades com nomenclatura cristã não são renomeados, o Cristo Redentor não é destruído, e a agressão é exclusivamente contra Jesus.
“Engraçado que essa mesma galera que quer ignorar a Jesus Cristo que ignorar a Jesus Cristo mas se eles pudessem colocar em uma estátua da Mariele lá ou senão não tinha levaram lá viu eu creio que com certeza eles sabiam ou seja não é porque estão preocupados com a questão histórica outra preocupado com outras religiões eles querem simplesmente atacar o cristianismo.” Nikolas Ferreira, apontando a seletividade do ataque.
Ninguém propõe renomear Santa Catarina, Espírito Santo ou São Paulo. O Cristo Redentor continua em pé. Se houvesse preocupação genuína com pluralismo religioso, a ação seria simétrica. Como não é, fica evidente que o cristianismo é o alvo específico.
O precedente comunista: supressão forçada de Cristo
Nikolas traz um paralelo perturbador com práticas comunistas. Na China, o governo obrigou cristãos a trocar imagens de Jesus por quadros de Xi Jinping. Autoridades locais comunicaram oficialmente que os camponeses “deveriam depender do Partido Comunista para ajuda, não de Jesus”.
“Você acha que o cara em praça e fica lá se arrepender não se arrependa e Jesus está voltando e tal você acha que esse cara se ele for página ele vai ter essa liberdade toda ela falou assim não na hora que ele levantar o primeiro vai ter para tomar um tiro.” Nikolas Ferreira, alertando sobre autoritarismo religioso.
A mudança nas escolas paulistas não é, ainda, uma proibição forçada como na China. Mas representa o mesmo movimento: retirar gradualmente Jesus do espaço público, tranquilizar a população como se fosse apenas “progresso” ou “neutralidade”, até que remover símbolos cristãos pareça normal. É o que Nikolas identifica como uma “medida gradual para poder ir retirando os símbolos”.
Cristo como marco inegável da história
Nikolas encerra com uma verdade incontornável: não existe uma pessoa no mundo que não conhece Jesus Cristo. Ele é a figura histórica mais documentada, mais representada em arte e mais influente do que qualquer outra. Até ateus, segundo o deputado, reconhecem Jesus como personagem histórico que trouxe concepções éticas revolucionárias como “amar o próximo” e “amar o inimigo”.
A tentativa de apagá-lo dos livros de história é tão absurda quanto seria tentar ensinar história do século 20 sem mencionar Hitler ou Napoleão. Jesus é um marco, um ponto de inflexão que dividiu a história da humanidade.
Principais pontos
- A mudança de a.C./d.C. para a.e.c./e.c. é revisionismo histórico, não neutralidade;
- O cristianismo fundou universidades, hospitais e princípios morais do Ocidente;
- A remoção é seletiva e discriminatória contra símbolos cristãos;
- Governos comunistas já praticam supressão forçada de Cristo em pública;
- Jesus é a figura histórica mais influente e inegável da humanidade;
- Remover referências cristãs é negar as bases da civilização ocidental.
Perguntas frequentes (FAQ)
1. Por que mudar de a.C./d.C. para a.e.c./e.c.?
Segundo a Secretaria de Educação de São Paulo, a mudança pretende ser “inclusiva” e não privilegiar uma religião específica. No entanto, Nikolas aponta que Jesus é um marco histórico inegável, não uma questão de preferência religiosa, e que a nomenclatura original é mais fácil para alunos aprenderem.
2. Essa mudança de nomenclatura é revisionismo histórico?
Sim, conforme Nikolas argumenta. O revisionismo histórico é alterar registros para apagar ou deformar fatos. Jesus Cristo é um ponto de inflexão factual na história da humanidade, e negar esse marco é reescrever a história para fins ideológicos, não pedagógicos.
3. O cristianismo realmente fundou as universidades?
Sim. As primeiras universidades no Ocidente foram criadas pela Igreja Católica e por pensadores escolásticos cristãos. A Universidade de Bolonha (1088), Oxford (1096) e Paris (1150) nasceram de comunidades eclesiásticas. Filósofos como Santo Agostinho e Tomás de Aquino moldaram o pensamento econômico e moral.
4. Qual é a diferença entre neutralidade e discriminação seletiva?
Neutralidade seria não privilegiar nenhuma religião em toda a educação. Discriminação seletiva é remover apenas referências cristãs enquanto mantém Santa Catarina, Espírito Santo, São Paulo e Cristo Redentor intactos. A ação demonstra que o alvo é específico: o cristianismo.
5. O que acontece na China com símbolos cristãos?
O governo chinês obrigou cristãos a substituir imagens de Jesus por retratos de Xi Jinping, dizendo que deveriam depender do Partido Comunista, não de Deus. É uma supressão forçada de fé. Nikolas alerta que a mudança no Brasil segue um padrão similar, ainda que mais velado.
6. Jesus é tão importante historicamente que merece referência?
Absolutamente. Jesus Cristo é a figura histórica mais documentada, mais representada em arte e mais influente do que qualquer outra pessoa. Até historiadores ateus reconhecem-no como personagem histórico que transformou a ética ocidental com conceitos como “amar o próximo” e “amar o inimigo”. Remover isso é distorcer história.
7. Como cidadãos podem se posicionar contra essa mudança?
Nikolas convida à vigilância cívica: questionar currículos, cobrar transparência das secretarias de educação, participar de audiências públicas e denunciar quando valores cristãos são sistematicamente apagados sob a desculpa de “inclusão”. A verdade e a história precisam ser defendidas no espaço público.
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FAQ: Perguntas Frequentes
Sobre o que trata o artigo “Querem cancelar Jesus nas escolas”?
Nikolas Ferreira critica a mudança de a.C./d.C. para a.e.c./e.c. como revisionismo histórico e ataque ao cristianismo nas escolas de São Paulo.
Onde assistir ao vídeo completo?
O conteúdo original está disponível no canal oficial de Nikolas Ferreira no YouTube.
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